Amigos Pecuaristas
Fabiana, Paulo de Castro Marques e Paulinho
Nossa geração tem uma grande responsabilidade nas mãos. Representamos criadores que têm de fazer a diferença, agregando valor à pecuária. Num passado não muito distante, nossa atividade era medida pelos números. Quanto mais gado havia nas fazendas, mais representativo era o projeto pecuário. Hoje a matemática mudou. O tamanho ainda faz diferença, mas a qualidade do plantel vale muito mais.
Somente na última década, reduzimos em um ano a idade média de abate dos bovinos e encurtamos também em 12 meses a média de idade do primeiro parto. São ganhos fantásticos, não há dúvida. Mas o caminho ainda está aberto à nossa frente. Há muito a evoluir se quisermos ser conhecidos como a melhor pecuária do mundo.
Numa comparação rápida: nos Estados Unidos e Austrália – hoje nossos principais concorrentes no comércio internacional de carne bovina –, as vacas têm a primeira cria aos 24 meses. Aqui, essa performance ainda é exceção, salvo nas raças taurinas. O mesmo pode ser dito em relação à idade média de abate, que no Brasil supera os 36 meses e nos países mencionados gira em torno dos 18/24 meses de idade.
Todo o trabalho feito pela Casa Branca, que apresentamos nesta primeira edição de nossa revista, está voltado ao desempenho produtivo e zootécnico dos animais. Uma prova concreta dessa filosofia é a busca de genética superior em várias partes do mundo. Outro fator esclarecedor: a Casa Branca trabalha com três raças bovinas de corte, de características diversas, mas objetivos comuns. A meta é aproveitar o que cada uma delas – Red Angus, Simental e Brahman – tem de melhor.
Nas páginas seguintes, apresentamos um pouco mais do projeto pecuário da Casa Branca Agropastoril. Esperamos que gostem. E estamos abertos a trocar experiências.
Grande abraço,
Paulo de Castro Marques
Casa Branca Agropastoril
PWM Erhan AS
PWM Erbaino AS
Excel Vasti 
