Revista Junho 2007 #007

Ano 4 Setembro/2008

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cavalos Árabes

A Renascença do Cavalo Árabe no Deserto traz El Shawan ao Brasil

por Rogério Santos

Economia

O fantástico enriquecimento de muitos dos países Árabes tem levado seus dirigentes não apenas a investir pesadamente na modernização de seus países, mas também a realizar grandes esforços para resgatar sua milenar cultura. Neste item o Cavalo Árabe tem recebido uma atenção muito especial. Os cheques ou “sheikhs”, como são conhecidos em todo o mundo, imbuídos na preservação em seus domínios daquilo que eles chamam de parte vital de sua herança, não investem apenas na aquisição de Cavalos Árabes, mas também promovem grandes eventos em seus países e patrocinam eventos eqüestres ao redor do planeta, principalmente na Europa.
Como esse movimento é relativamente recente, a produção de Cavalos Árabes dos sheikhs ainda não atingiu a mesma repercussão que suas milionárias aquisições, com uma significativa exceção, o Emir do Catar, Sheikh Hamad Bin Khalifa Al Thani. O Sheikh Hamad transformou o Catar na pedra fundamental da renascença do Cavalo Árabe no Oriente Médio. Em 1992, três anos antes de receber o governo de seu país, ainda na condição de chefe das forças armadas do Catar, fundou o Haras Al Shaqab e levou para lá alguns dos mais extraordinários exemplares da raça Árabe disponíveis na época. O reflexo desse investimento e da talentosa criação do criatóharas Al Shaqab veio em 1995 com o nascimento de Gazal Al Shaqab, que se transformou num dos grandes reprodutores do Oriente Médio. Cinco anos depois nasceu seu filho Marwan Al Shaqab, considerado hoje um dos maiores fenômenos da criação mundial da raça..íntegra

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